quarta-feira, 4 de março de 2026

O que fazer para popularizar o livro ludopapelístico?


Há um tempo, fiz uns conteúdos sobre a transposição do modelo editorial padrão (risco assumido) para o modelo editorial vigente (risco transferido), especificamente direcionado ao mercado editorial ludopapelístico (derivado de Jogo de Papel). Foi um esforço para encorajar autores independentes e editoras pequenas de Jogo de Papel (Role-playing Game) a reverem seus moldes de pré-venda em financiamento coletivo, visando popularização de suas obras por meio do barateamento do preço de capa. 
Por conta dum meme que larguei nas redes sociais, algumas pessoas me perguntaram sobre o tema, pois não tinham conhecimento do assunto. Então resolvi reinsistir no tema, mas em texto agora.
Inicialmente vou explicar alguns conceitos.

1º. Transferência de risco
Segundo o Dicionário Financeiro, risco é um conceito fundamental no mundo das finanças, referindo-se à probabilidade de um investimento gerar perdas ou apresentar variações negativas em relação ao retorno esperado. Em termos mais simples, é a incerteza associada a um resultado futuro. No modelo editorial padrão, a editora desembolsa o dinheiro para a produção do livro assumindo o risco.
Há um modo de transferir esse risco: Pré-venda. Que, segundo a Fábrica do Livro, se trata de uma campanha em que o autor oferece seu livro para compra antecipada, antes de ele estar fisicamente disponível, sendo ideal para autores e editoras independentes. Funciona também como termômetro do interesse do público, caso os livreiros apliquem concomitantemente o 2º conceito. Meeple Starter, Catarse, Benfeitoria e Kickante são algumas plataformas intermediadoras entre possíveis clientes. Já pra autores com pressa e um original pronto, Amazon é mais indicada.

2º. Economia de escala
O Dicionário Financeiro nos diz que, é um conceito fundamental em economia que descreve a redução do custo médio de produção de um bem ou serviço à medida que o volume de produção aumenta. Em outras palavras, quanto mais você produz, mais barato fica produzir cada unidade.
Isto posto, vamos falar de custo do livro. 

Preço de capa: convencional x pré-venda

O que compõe o preço médio de um livro no Brasil — Foto: Arte/G1


Marcos da Veiga Pereira, (hoje ex)presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e da editora Sextante, disse ao G1 que a tiragem média inicial no Brasil está em torno de TRÊS MIL exemplares, segundo o presidente do sindicato. Uma tiragem vantajosa começa a partir de CINCO MIL. E comparando com outras praças, esse número sempre varia muito, mas eu diria que a tiragem inicial média de um livro nos Estados Unidos oscila entre 10 e 15 MIL exemplares.
Essa tiragem representa DEZ POR CENTO do preço de capa. Na mesma matéria, os demais valores representam são descritos, assim como mostra o infográfico acima mostrado:
    • 10% de direitos autorais: valor pago aos autores pela obra;
    • 5% de custos editoriais: revisão, projeto gráfico, ilustração, capa, tradução e copidesque (nos casos de obras internacionais);
    • 15% de despesas administrativas: salários, marketing e divulgação, logística e eventos;
    • 5% de reserva para perdas diversas: estoque, adiantamentos de direitos autorais e contas a receber;
    • 5% de lucro para a editora;
    • Metade do preço de capa, no livro com risco, é de distribuição (15%) e das livrarias (35%). 

Esse informe é significativo para que tenhamos ideia de como, profissionalmente, procederemos (autores e editoras independentes) para a popularização do livro ludopapelístico. As porcentagens flutuarão de forma diferente na pré-venda por financiamento coletivo.
Não há a necessidade de distribuidoras e livrarias, mas há envio a quem comprou. Não há necessidade de alocação para possíveis perdas, pois não há risco em pré-venda. Nem despesas administrativas quando se trata de empreitada, mas é preciso de profissionais de logística e propaganda. A remuneração das categorias de empregados de editoras de livros e publicações culturais fluminenses¹ é R$1900,00 até 31 de agosto 2026, segundo a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) MR008748/2026. Lucro, preste comunista ludopapelista (praticante de jogo de papel º_^) articulista, é salário não pago; No entanto, deixarei no cálculo. 
Os valores variam também de acordo com o tipo de livro feito. Tipo de papel, encadernação e coloração alteram o preço, mas muito  na tiragem média inicial (tmi) em comparação a menores tiragens. Para ilustrar a diferença, usarei alguns exemplos de livros que tenho (ou queria ter) já propostos e aplicar a tmi.
Começo com o Super TV Show (STVS), da editora Universo Simulado. Jogo de Papel (JP) com temática dos desenhos animados da Era da TV aberta, com regras para JP, BASM² (Solo RPG) e transmissão de sessões ao vivo. Teve apoio de 45 pessoas atingindo 102% da meta em 12 de agosto de 2024. O preço padrão de livro físico+digital era de R$99. Adquiri o meu graças a Promoção BOZOPRESO, de 11 de setembro de 2025, que dava 30% (27 anos + 3 meses ^_^) de desconto em todos os livros da editora. Meu STVS saiu a 77 reais, 12 a menos que 4 apoiadores que acordam com as galinhas (early bird) pagaram. Sua versão física, hoje, está R$ 110 na loja da editora.
Para aferir o orçamento do STVS, e do próximo exemplo, usei as informações fornecidas no sítio da pré-venda e, na ausência, percepção do material da obra:
Tiragem de 3000; Formato A5; Capa em cartão triplex 250 g; Capa colorida na frente; Sem orelha; Capa com laminação fosca na frente; Miolo em papel couché fosco 90 g; Miolo colorido frente e verso; Miolo sangrado; Miolo com 104 páginas; Acabamento de miolo dobrado; Acabamento do livro com Capa dura de papelão 18 (1,8 mm) + Cola PUR (poliuretano reativo); Guardas em sulfite (offset) 180 g (sem impressão); Embalado com termocontrátil individual; Frete incluso; Prova de Capa + miolo impressos.
Essa configuração gera um custo de impressão de R$ 42.180, custo unitário de R$14,06. Caso alterasse para uma escolha econômica, como Tormenta 20, com miolo preto e branco, papel offset (sulfite) 75 g/m² e acabamento brochura (capa mole), o custo de impressão do STVS seria de R$ 17.190, custo unitário de R$5,30. Você que me lê dirá, nossa, Xiko, quase 2/3 mais barato!? Sim, mas com uma tiragem menor que a tmi, como 500 exemplares, essa diferença (entre livro e livro econômico) explode. Numa tiragem de 500, o custo unitário aumenta 142,18%, e 112,26%% na versão econômica.
Outro exemplo de pré-venda, que infelizmente não logrou êxito, é Verdades & Segredos (VeS). É um jogo de papel inspirado nas novelas brasileiras, criado pela Editora Movimento (Movimento RPG). Queria muito esse jogo, para além de usar baralho como elemento de aleatoriedade, novela é que nem futebol pra maioria da classe trabalhadora brasileira: paixão nacional. Eu não vejo novela, dirá o(a) “fora-da-casinha”, seriado é novela também, mané, só que com equipe melhor sindicalizada º_^. Pasión de las Pasiones é legal, mas quem é Paola Bracho, na fila do pão, perto de Odete Roitman? Infelizmente temos que nos contentar com os arquivos de jogo rápido e da aventura Corpos em Atração (melhor nome pra novela espacial), no sítio da pré-venda. O menor apoio para livro físico era R$60.
Segundo o mesmo sítio, e aplicando o orçamento a tmi temos o seguinte orçamento:
Tiragem de 3000; Formato A5; Capa em cartão triplex 250 g; Colorida na frente; Sem orelha; Capa com laminação fosca na frente; Miolo em papel pólen natural 80 g; Miolo colorido frente e verso; Miolo sangrado; Miolo com 72 páginas; Acabamento de miolo dobrado; Acabamento do livro com cola PUR; Sem guardas; Embalado com termocontrátil individual; Frete incluso; Prova de Capa + miolo impressos.
Essa configuração gera um custo de impressão de R$ 19.980, custo unitário de R$ 6,66. Já na versão econômica, os custos seriam R$ 14.310 e R$ 4,77, respectivamente.
Isso não define o preço de capa, como já disse. Temos que somar os demais integrantes: Direito autoral, produção do livro, suporte ao cliente e logística, envios aos clientes, taxa da plataforma de pré-venda e salário não pago lucro da editora. 
Vimos que 10% do preço de capa é o usual. Como não consegui adicionar retroativamente numa planilha, usei o preço médio do livro (pml), que ano passado foi de R$51,32. Temos então:
(51,32/10)*3000=R$15.396,00
A produção conta com profissionais os seguintes profissionais: Editor(a); Capista; Ilustrador(a); Diagramador(a); E revisor(a). A remuneração das categorias de empregados de editoras de livros e publicações culturais fluminenses é R$1900,00 até 31 de agosto 2026, segundo a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) MR008748/2026. Então temos:
1900*5=R$9.500,00
Suporte e logística são desempenhados por dois profissionais, logo:
1900*2=R$3.800,00
O Impresso Nacional com Registro Módico, dos Correios, é o jeito mais seguro e barato de envio de livros, revistas (…) e jornais. Trata-se de modalidade de envio de Marketing Direto dos Correios com o registro adicional. O Registro Módico é R$3,90, já o custo do Impresso Nacional varia com o peso do livro. Mas como pesa antes de tá pronto? - você pergunta. Matemática. Há calculadoras na linha que ajudam a dar uma ideia do peso. Peguemos o livro de VeS: miolo 179 g + capa 16 g + envelope 5 g = 200 g. Entre 200 e 250 g o custo é R$9,13, com o registro fica R$13,03. Adicione o custo de papelaria, também:
13,03*3000+1291,93=R$40.381,93
A menor taxa do mercado é a da Benfeitoria, mas é limitada a pessoas físicas. Então escolhi a segunda menor taxa, 5% da Peão Inicial Meeple Starter, pras editoras independentes serem contempladas. 
Para o salário não pago lucro da editora, usaremos a mesma régua do direito autoral dividida por 2. Logo:
[(51,32/10)*3000]/2=R$7.698,00
Somando tudo temos R$96.755,93 e 5% da taxa. Usando a boa e velha regra de 3, temos que:
96.755,93/x=95/100
x=101.848,35
tMS=x-96.755,93=R$5.092,42
Então, sem perda na arrecadação, a meta duma pré-venda por financiamento coletivo de VeS, com tiragem de 3000 exemplares, teríamos um preço de capa 43,42% mais barato que na pré-venda e 33,85% mais barato que o pml: R$33,95.

-PAREM AS MÁQUINAS!
Hoje, o jogo está fazendo um Vale à Pena Ver de Novo. O apoio mínimo ainda é, infelizmente, de R$55 pra quem acorda com as galinhas e R$60 pros demais. Não apoiarei, óbvio, mas torço pelo sucesso.
-Segue o baile.

E como isso populariza o livro ludopapelístico? Nada mais popularizante que preço baixo. Lembremos que 32,7% dos brasileiros ganha entre 1 e 2 salários-mínimos; e 24,2% ganha entre ½ e 1, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Pré-venda: como fazer?

Passo 1: Se tu tem um manuscrito, e com a queda do acesso a computadores, é bem provável que tenha, digite-o já usando o formato de página que deseja (recomendo A5), e no padrão ABNT pra ter a noção do número de páginas que o livro terá. Alguns programas na linha podem te ajudar, mesmo sem computador, como o Google Docs, que tem até ferramenta de ditado pra facilitar³. Com o arquivo do teu JP (ou cenário ou quaisquer conteúdos ludopapelísticos) digitado e testado (100 h de jogo é minha sugestão), ou tu mete os cornos pra fazer toda a produção sozinho ou submete às editoras independentes, deve ter uma próxima a você ou a um correio eletrônico de distância. 
Passo 2: Como temos uma ideia do tamanho do livro (seja com o arquivo digital produzido pelo autor ou pela experiência da equipe editorial analisando o arquivo autoral), orçamos com a gráfica mais próxima, de preferência com papel timbrado com os dados da gráfica ou por correio eletrônico da mesma. Lembre de perguntar o prazo em que o orçamento é válido, isso é fundamental para definição do prazo de término da sua pré-venda.
Passo 3: Pra facilitar o calculo da sua pré-venda em financiamento coletivo, fiz uma tabela onde é só tu inserir o orçamento da gráfica e ela calcula o resto pra você. Mas tu pode fazer isso sozinho, fica a seu critério. Caso queira, a planilha tá aqui no nosso canal do Telegram.
Passo 4: Se não ficou claro no passo 1, e tu não testou tua jogatina e mostrou ao mundo suas sessões de jogo, agora é uma boa hora pra fazer um vídeo vendendo teu peixe. O tempo médio de exibição de um vídeo no YouTube é de 19 min, mas acredito que você consegue, facilmente, falar do seu projeto em 5 min. O Facebook tem 0,2 bilhões de usuários ativos mensais a mais, portanto publique lá também.
Passo 5: De posse dos valores, vá a plataforma sugerida e abra sua pré-venda por financiamento coletivo. No Modelo de Financiamento Meta Fixa, preencha os campos lembrando que a Data do término da campanha é cinco dias úteis antes do fim do prazo que a gráfica te deu para o orçamento. Pré campanha é bom, te dá (no mínimo) um mês (antes da Data de publicação da campanha) de exposição na plataforma. Ótimo pra boca a boca pelos mensageiros instantâneos e redes sociais. Tu vai precisar duma Imagem de capa (848x475px ou maior na mesma proporção) e uma Imagem de Background (1920x1080px ou maior na mesma proporção). Sobre o elo (link) do projeto, use algo simples, curto e memorável. Cadastre.
Passo 6: Não faço a menor ideia, pois nunca cadastrei nada, mas conversei com Marcus Mauro, tradutor da Odissey Publicações, pra nos dar uma luz:

Xikowisk: Após a aprovação na página do projeto, é possível limitar o número de apoiadores para um nível de apoio?

Mauro: Cara eu nunca vi essa questão de limitar o número de apoiadores. A única coisa assim que eu estou estabelece uma base é o valor que tu pretende na tua meta. É só isso. Aí vai aquela coisa que até eu acho chato mas querendo ou não é importante. 

X: Quanto maior a tiragem menor o preço unitário. Então se eu tenho que ter teto de apoio, não só meta. Ou seja, com terceiro milésimo apoiador, encerra a pré-venda. Eu queria saber se há a possibilidade.

M: Do conheço de financiamento coletivo, não existe a limitação do número de apoios. Existe a limitação da meta que você pretende alcançar. Se não me engano é a modalidade “tudo ou nada”. Alcançou essa meta, acabou o financiamento. É isso. 

X: Eu acho até meio esquisito não ter limite de apoio. Porque você vê claramente que tem alguns níveis de apoio (de adicional de outro livro qualquer) que tem limite, em algumas outras plataformas. Porque sempre achei curioso, “Ah, financiamento coletivo de fulano bateu duzentos por cento”, 200%?! É o dobro do orçamento anterior. Se foi orçado x, agora ele vai fazer duas vezes x com preço unitário mais barato. Vai mandar o Pix pra minha conta do excedente? Não. Então se a gente tem uma preocupação de orçar três mil numa gráfica, tem que ter teto de apoio.

M: Quanto a alguma recompensa existe sim limite. Tipo assim, dez, cem, o que for. Isso aí existe. No caso, se tu pretende fazer desse jeito, tu pode definir um limite da recompensa que é o livro. É essa gambiarrazinha que dá pra fazer, que aí combinaria justamente com o que tu se propõe de meta, que é a meta em relação ao número de apoiadores. Aí dá pra fazer. É meio gambiarra, mas entra na tua possibilidade e, de fato, não é uma coisa errada não. Eu tinha entendido número de apoiadores, não o número de recompensas.

Continuando o passo 6, limitamos o número de recompensas à 3000, em apoio único de livro físico+livro digital, ao preço de capa informado na planilha.
Passo 7: Divulgue 🎵como se não houvesse amanhã. Porque se você parar pra pensar, na verdade, não há🎵. Essa é a hora de acionar todos os contatos feitos no passo 1. Manda pra geral! Incentive os apoiadores à fazer o mesmo. Se conhecer blogueiros ludopapelistas, manda pra eles em seus canais de comunicação. Agradeça sempre que compartilharem sua pré-venda e/ou te mencionarem.
Passo 8: Aguarde e confie.
Bastaria as editoras aplicarem esse modus operandi em suas próximas pré-vendas, sem papagaiada de meta extra de caneca, estátua e pano de prato. Só apoio único, de livro físico e digital, limitado à 3000 apoiadores. O preço baixo atrairá mais interessados e logo haverá procura por reimpressões, que deverão repassar os valores aos trabalhadores, assim como no direito autoral.
Para além da tmi, eu acho que temos a oportunidade de ir além dessa mera percepção da relação de economia de escala + transferência de risco e mudar a relação de trabalho na produção para cooperação. Com todos ganhando o mesmo, visto que são trabalhos interdependentes, logo ninguém é melhor do que ninguém.
No caso do VeS, se eliminarmos o salário não pago lucro da editora e dividirmos a remuneração igualitariamente, cada um receberá RS4.550,00 sem aumento do preço de capa. Acho que empregados de editoras de livros e publicações culturais vão gostar de trabalhar nessa pré-venda.
Indo mais além, extrapolando para tiragens de porte internacional, como disse Pereira, temos uma grande oportunidade atingir ainda mais pessoas e remunerar melhor os profissionais.
Numa tiragem de 15000, VeS (digital e físico, com frete incluso) custaria R$23,88, pagando aos profissionais a média do salário-mínimo necessário de 2025, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE): R$R$ 7.263,06. Ou seja, 53,47% mais barato que o preço médio do livro do ano passado; remunerando os produtores 282,27% a mais. Todo mundo ganha!

Conclusão

Espero que de posse deste acúmulo informativo, autores e editoras independentes ludopapelísticos se esforcem mais para a real popularização de suas publicações. Realmente rogo pela lógica e coragem de todos os envolvidos. Caso não logre êxito nessa última tentativa, pelo menos posso dizer que…



Feliz Dia Nacional do Jogo de Papel atrasado e Feliz Dia Internacional de Mestre de Jogo. Sem mais, beijo no quengo e até a próxima.


¹Estou nesse território.
²Bonecagem Aleatória Sem Mestre. Nomenclatura mais apropriada a jogatina, a meu ver.
³Obrigado, Marcus Mauro, pela sugestão de inclusão.

Bibliografia
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