terça-feira, 25 de junho de 2013

Age of Empires no celular


A empresa do Tio Bill disse que irá lançar Age of Empires para iOS e Android. O relatório original da Reuters citou “outros títulos” anônimos sequenciais ao lançamento de Age of Empires, mas a Microsoft, até agora, falou que “não há mais anúncios além de Age of Empires neste momento.”
A japonesa Klab Inc., especialista em jogos pra smartphones, é a responsável pela adaptação. Se você nasceu ontem, saiba que AoE é uma das mais bem sucedidas franquias da MS.
Embora a Microsoft esteja escondendo o jogo, nada mais natural que, se Age of Empires fizer sucesso, outros títulos poderão estar presentes em plataformas móveis, num futuro próximo.
Estou ansiosíssimo pra poder compartilhar esse vídeo, e todo mundo entender a piada:

A lenda morreu


Richard Matheson morreu, ante-ontem, aos 87. Dentre suas várias contribuições literárias, destacam-se Eu sou a lenda(1954), O incrível homem que encolheu(1956), A casa infernal(1971), Em algum lugar do passado(1975) e Amor além da vida(1978), só pra citar  as traduzidas pra nossa língua.
Escreveu vários 16 episódios de Além da Imaginação, incluindo o famoso Pesadelo a 20.000 pés, dirigido por Richard Donner e estrelado por William Shatner. Muita gente boa se inspirava no cara. Romero disse que Eu sou a lenda foi base para Madrugada dos mortos, logo ele influenciou tudo quanto é zumbi. Ray Bradbury chamou de “um dos escritores mais importantes do século 20”, e Stephen King creditava Matheson como “o autor que mais me influenciou como escritor”.
Fonte The Escapist e io9

domingo, 23 de junho de 2013

Óciocast #0001 EU PROTESTO!




Baixe em MP3

Bem-vindo ao Óciocast! Em nosso episodio piloto, Xiko “Xikowisk” do Couto e Antônio Carlos “Carlinhos” Garibaldi, dão suas opiniões sobre todo esse alvoroço político que nos cerca.

Neste episódio saiba:

Por que passe-livre não vinga;

Dicas de maquilagem com a Segurança Pública;

Tomar Activia antes de procurar o SUS;

O que Sócrates nunca diria;

Porque você não deve cagar na sala.

Elos(ou links) comentados:

Jabor x Caetano

Copa se faz com estádios

Adiamento da PEC

Esquerda x Direita

De uma covardia

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Super-homem contra o Mito da Aristocracia

Kurt Busiek compartilhou esse texto em sua página oficial do facebook. Li, gostei, traduzi(não necessariamente nessa ordem) e compartilho agora com você. Aproveite.


Super-homem contra o Mito da Aristocracia

por STEVEN PADNICK



Diga-me se você já ouviu isso.


Uma criança nasce sob a ameaça de morte imediata. Desesperado para salvar a vida do menino, seus pais colocam-no em uma cesta e abandonam-no para o deserto. Uma família afável leva o bebê e o cria como seu. Mas como o menino cresce, ele percebe que ele é diferente de sua família, seus amigos, de todo mundo que ele conhece, e ao tornar-se um homem, ele descobre a verdade de sua herança.


Agora, neste momento da história, se você está falando sobre o Rei Arthur, ou Moisés, ou de Édipo, ou Tarzan, o nosso herói deixa sua família adotiva para tomar seu lugar de direito entre as pessoas de seu nascimento. Mas não estamos falando sobre eles. Estamos falando de Kal-El, vulgo Clark Kent, vulgo Super-homem. E ele fica na Terra.


O que é grande sobre o Super-homem, o que faz dele um herói moderno, um herói populista e um herói americano, é que o Super-Homem derruba o mito da aristocracia.


Para começar, o mito da aristocracia é que a qualidade moral existe no sangue e, portanto, algumas pessoas já nascem melhores do que outras. Assim, se o pai é uma pessoa boa, então o filho vai ser bom também. Eu acho que todos nós podemos olhar para exemplos, de história e de nossas próprias vidas, que simplesmente não é verdade. De crianças ruins nascidas de grandes pais, ou de grandes pessoas provenientes de pais piores. E ainda o mito continua a estar presente em toda a ficção de gênero, especialmente de fantasia. Então, o que torna a história do menino que caiu na Terra especial é que ele vai completamente contra esse mito tóxico.



Se Super-homem fosse seguir o mito, ele voltaria a suas “moralmente superiores” pessoas de nascimento, ou trazer a moralidade de Krypton para a Terra. Mas, em vez disso Super-homem se identifica com as pessoas que o criaram e escolhe a usar seus poderes para ajudar os humanos. Seguindo o ensinamento de seus moralmente íntegros pais adotivos John e Martha, e inspirado pela bravura de sua rival e melhor amiga, Lois Lane, Super-homem escolhe ser um repórter. Ele escolhe ser um cara legal com um dia de trabalho comum, um chefe e colegas de trabalho. É um trabalho que lhe permite contar as histórias das pessoas ao seu redor, elevá-los, e talvez ajudá-los. E é isso que ele faz a maior parte do tempo.


Em sua própria maneira, sendo Super-homem, sendo um super-herói, é um uso extremamente restrito de poderes de Clark. Ele faz os trabalhos que só alguém com força sobre-humana, resistência inquebrável, e velocidade inimaginável pode fazer. Mas ele não quebra as leis do homem, não depõe governantes que discorda e não impõe sua moral aos outros. Ele trabalha com os poderes estabelecidos e se ele não é a melhor pessoa para o trabalho ele recua. Ele vive como um ser humano ajudando seus companheiros humanos, tanto quanto possível.


Decisão por direito de nascimento e poder é claramente um anátema para Super-homem, mais claramente visto na luta aos vilões. Lex Luthor é brilhante, um poderoso Diretor Executivo e, até um ponto, presidente estadunidense. Zod é um general com um exército de alienígenas ultrapoderosos. Brainiac é uma inteligência suprema com aspirações de controle universal. Sr. Mxyzptlk usa seres humanos como marionetes. Darkseid é um deus. Melhores vilões do Super-homem são figuras de autoridade, aqueles que buscam dominar a vida de pessoas que consideram inferiores. E Super-homem está dando seu melhor para a individualidade e respeito por todas as pessoas.


Além disso, Super-homem pode nunca voltar aos kryptonianos moralmente superiores, porque kryptonianos não são moralmente superiores. Seus pais biológicos, Jor-El e Lara, podem ter sido bons cientistas, mas em geral kryptonianos são os idiotas do espaço. Mesmo na melhor das circunstâncias, Krypton era governado por idiotas arrogantes que não podiam ver que seu planeta desabando ao seu redor, apesar de seu cientista fodão gritar em seus ouvidos.



E cada vez que um kryptoniano novo chega a Terra pregando a superioridade de Krypton, dando ao Super-homem a chance de voltar, caso contrário, ao seu mundo perdido, eles acabam por ser pessoas muito, muito terríveis, como o General Zod e os criminosos da Zona Fantasma, o Erradicador, a versão de Brainiac da série animada dos 90, ou a invasão recente dos kandorianos. A exceção a esta regra é Kara Zor-El, Supermoça, que é boa, porque segue a liderança de Clark junto a Terra.


Super-homem rejeita a ideia de que o DNA é o destino e, em vez disso, escolhe exatamente quem será. Quando a ele é oferecida uma escolha entre a vida como um kryptoniano ou ser humano, o Super-homem escolhe a Terra, toda vez, e abraça sua vida como Clark Kent.


Mas entre os super-heróis, Super-homem é a exceção, não a regra. Por natureza, um super-herói é alguém com habilidades únicas os coloca acima, às vezes literalmente acima, a maioria da sociedade. Que esses seres únicos, então passam a ser vigilantes, colocando a sua própria definição pessoal de justiça acima da polícia e do governo eleito democraticamente, é fascista elitista, aristocrática, e limítrofe.


Isso é diretamente o oposto da origem do Aquaman, por exemplo, que também foi abandonado quando bebê e criado por um gentil faroleiro humano. Mas quando o jovem Arthur Curry descobriu que ele era realmente o herdeiro do trono de um reino marinho, ele rejeitou a superfície do mundo e transformou sua lealdade de todo o coração a Atlantis. (Ironicamente, para realmente se tornar rei Arthur sob o mar, Aquaman teve que rejeitar seu nome humano de “Arthur”). Em contraste, o Super-Homem nunca desistiria da Terra para voltar à Krypton.


Eu falei sobre isso antes com relação a Batman. Bruce Wayne é definitivamente o príncipe pródigo, voltando para retomar o reino de seu pai. Batman acredita que é seu direito e seu dever para conquistar Gotham para seu próprio bem. A única coisa que impede o Batman de tomar todo o mundo é o limite do que um ser humano pode fazer. Superman não tem limites reais, e reveladoramente opta por não dominar o mundo.


Assim, pelas ações e pelos exemplos, Super-homem encarna um ideal populista, que não importa o que os pais são, ninguém pode impor a sua vontade ao mundo. E não importa o quão poderoso é, importa como cada um escolhe como usar esse poder. Super-homem é ótimo, porque ele acredita que todos são dignos de respeito, e todos são dignos de ajuda. Todo mundo tem algum poder para ajudar a mudar o mundo, e todos estão juntos nessa.


Super-homem mostra que não somos escravos de nossa genética, que o DNA não é destino, e que todas as pessoas são capazes de grandeza. Não é um rei disfarçado. É um imigrante, um sobrevivente, e um herói democrata, progressista. É um americano que acredita que todos devem ter uma chance justa.



Originalmente publicada em tor.com.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Adeus, Frank. (;_;)/˜

Morreu Leslie Nielsen. “Que merda!” dirá você, caro leitor, que como eu, tiver quase 30 anos. A vida é injusta. É, eu sei.

Não tenho muito o que falar além de que este homem me deu ótimos motivos pra rir quando meu pai e eu( ainda moleque) víamos seus filmes. Ficávamos comentando as cenas no dia seguinte, rindo de novo e de novo. Foi um capítulo adorável da minha infância, do qual me lembro com muito carinho.

Thanks for all, Mr. Nielsen.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Rock in Rio. Eu vou! NOT!!!


Começou a venda dos ingreços, hoje à 0h, para o RiR( a sigla é essa mesmo, a culpa não é minha). Segundo o R7, parece que as vendas iniciais foram tantas, que o pessoal encarou "fila de espera" de 20min. Todos, provavelmente fãs de Red Hot Chilli Peppers e Metallica, já que até agora são as únicas certezas do evento. Se não, são pessoas de extrema fé( que sua banda preferida esteja lá) e cheios da grana pra pagar R$195. Não pago isso nem se John Bonham ressuscitasse!

O festival perdeu o meu respeito e ganhou minha antipatia quando virou "gajo". Voltou pra cidade que lhe dá nome e agora começam a vender ingressos para os eleitores do Tiririca só com 2 bandas pseudo-grandes( se você já comprou seu RiR Card, como chamão o ingresso, você deve ter elegido o abestado).

Lamentável ver que as pessoas não aprendem. O jeito é esperar que a decepção delas não seja avassaladoríssima( quem eu estou querendo enganar?).

PS: Se bem que JB ressuscitando, eu pagava cenzão.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Facebook lança webmail amanhã.


Segundo o TechCrunch, o Facebook apresentará o Projeto Titã(também conhecido como Gmail Killer) amanhã, às 10h em São Francisco, CA.


Note que a suspeita do que se trata é corroborada pelo ícone de mensagens da rede social. O serviço contará com suporte POP/IMAP e o nome da conta será nomedoperfil@facebook.com.